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Escalando as 8 maiores montanhas do Brasil

por Redação

Quem pensa que o território brasileiro é plano e sem graça está enganado. Conheça as maiores e mais intrigantes montanhas do país!

 


A enorme extensão territorial do Brasil guarda muitos segredos. Grande parte deles escondida por trás de um relevo que mescla planícies, planos e depressões, mas também oferece montanhas de tirar o fôlego, que podem ser uma boa opção para seu roteiro de viagem. Deixe as praias e o interior um pouco de lado e aventure-se para conhecer os mais famosos e maiores picos do país.  

Na Serra do Imeri, no norte do Amazonas, é em meio à mata densa e fechada da Floresta Amazônica que emerge o imponente Pico da Neblina, a 2.993,78 metros do nível do mar. Um dos mais famosos do país, ele recebeu esse nome em alusão às condições climáticas do local já que, devido à densa neblina, raramente é possível enxergar seu cume. Os viajantes que quiserem conhecer o topo do monte precisam se preparar: vão enfrentar o ar abafado, acima de 25ºC na maior parte do tempo, e a umidade da floresta equatorial. Após a escalada, em contraste com as altas temperaturas, encontram o frio na altitude.

Também na região está o Pico 31 de Março, segundo mais alto do país. Com as mesmas características climáticas do vizinho, é possível alcançá-lo por meio de uma crista que liga as duas montanhas em pouco mais de 600 metros.

Considerado o maior do Brasil até a década de 1950, o Pico da Bandeira, de 2.892 metros de altura, é outra bela pedida. Localizado entre Minas Gerais e Espírito Santo, na Serra do Caparaó, tem trilhas relativamente fáceis e a chegada até ele é bem mais acessível. Mas, quem quiser conhecer a atração de perto, vai enfrentar um frio considerável. Isso porque as temperaturas facilmente atingem marcas negativas e há constantes rajadas de vento. Uma dica de viagem para os aventureiros é fazer a escalada noturna. Mas não se esqueça da lanterna frontal (de cabeça), e pilhas sobressalentes, itens obrigatórios.

 Na mesma região estão situados ainda os picos do Calçado e do Cristal. A cadeia de morros e montanhas, também tem uma temperatura mais fria por conta da altitude, com mínimas em torno dos -5ºC.


Figurando entre os maiores picos do país também está a Pedra da Mina, na Serra da Mantiqueira. Com 2.798,39 metros de altura, segundo o IBGE, seu cume define o ponto tríplice da divisa dos municípios de Queluz e Lavrinhas, em São Paulo, com o de Passa Quadro, em Minas Gerais. De difícil acesso, o local requer bastante preparo físico e é mais indicado para os experts em trilhas.

Outra formação montanhosa que merece destaque é o Monte Roraima. Localizado na Tríplice Fronteira, entre Brasil, Guiana e Venezuela, tem 2.875 metros e um cume chapado, o que facilita o acesso, geralmente feito por helicóptero. A principal atração da região são as cachoeiras gigantes. Mas não espere águas mornas e condições agradáveis: no topo da montanha, os termômetros não ultrapassam os 10ºC, podendo chegar a 2ºC durante a noite. Já em sua base, a temperatura média fica entre 20ºC e 22ºC ao longo do ano.

Entre o estado do Rio de Janeiro e Minas Gerais está situado, a 2.791,5 metros, o nosso último pico, o Agulhas Negras, ponto mais alto do Rio de Janeiro e um dos mais conhecidos da região Sudeste. Uma das curiosidades dessa montanha é que o frio do inverno, combinado com a precipitação, já causou uma grande nevascas na região em 1985, em que foi possível construir até bonecos de neve. Durante a estação mais fria do ano, a média das temperaturas mínimas é menor que 10ºC e já atingiu, acredite, os -15ºC.

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